Assim que surgiu no portão, vestiu a camisa da Máfia, e uma seção de muito autógrafos. “É uma das melhores torcidas da América, me disseram também, eu não esperava essa recepção. Muito calorosa, muito carinhoso e espero retribuir todo esse carinho dentro do campo” - declarou o zagueiro.
O uruguaio disse ter se empenhado muito para que a negociação tivesse um desfecho positivo e também fez questão de agradecer ao amigo argentino Montillo, que foi decisivo para avalizar sua contratação. “É meu amigo, ele me ajudou muito para que eu viesse aqui, eu queria muito vir também, vir a uma equipe como essa seduz muito, e por sorte deu certo. Fizemos muita força para que me trouxessem e deu certo, por sorte”
Victorino disputou três amistosos durante a pré-temporada no Chile e chegou a estrear no torneio Clausura, quando foi expulso diante do La Serena por uma reclamação. Ele garante estar pronto para jogar tão logo seja regularizado na CBF e obtenha o visto de trabalho.No Cruzeiro, seu objetivo é conquistar principalmente a Copa Libertadores, título que lhe escapou no ano passado pelo Universidad de Chile. “A expectativa é a melhor. O Cruzeiro é um dos maiores times da América e esperamos brigar por coisas importantes”.
O novo ídolo ainda fez questão de agradecer aqueles que abriram mão do descanso na noite e sexta-feira para recepcioná-lo. “Muito obrigado a todos por esse carinho”.
Victorino veio na companhia do empresário Sergio Irigoitia. Na próxima semana, a sua família chegará a Belo Horizonte com a mudança definitiva. A diretoria terá uma semana para regularizá-lo na CBF e providenciar o visto de trabalho no Brasil. A intenção é colocá-lo em ação já no clássico com o Atlético, no próximo sábado, em Sete Lagoas.

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